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	<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
	<link>http://prscaatinga.org.br/</link>
	<description>Conhe&#231;a o Projeto que promove a ado&#231;&#227;o de Tecnologias de Agricultura de Baixa Emiss&#227;o de Carbono para o Manejo Sustent&#225;vel da Caatinga.</description>
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		<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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		<title>Como pensar a Caatinga no contexto do novo relat&#243;rio do IPCC? </title>
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		<dc:date>2021-08-23T00:05:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Patrisia Ciancio</dc:creator>


		<dc:subject>Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Semi&#225;rido</dc:subject>
		<dc:subject>IPCC</dc:subject>
		<dc:subject>Mudan&#231;a Clim&#225;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Relat&#243;rio do IPCC</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Documento do Painel Intergovernamental sobre Mudan&#231;as Clim&#225;ticas faz alerta importante para o mundo e a Caatinga&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/-noticias-" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-ipcc-+" rel="tag"&gt;IPCC&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-mudanca-climatica-+" rel="tag"&gt;Mudan&#231;a Clim&#225;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-relatorio-do-ipcc-+" rel="tag"&gt;Relat&#243;rio do IPCC&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/chamada_site_ipcc-e47f3.png?1763089563' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O novo relat&#243;rio Painel Intergovernamental sobre Mudan&#231;as Clim&#225;ticas (IPCC) deixa claro que as mudan&#231;as clim&#225;ticas s&#227;o resultado da a&#231;&#227;o humana direta e devastadora sobre o meio ambiente, sem precedentes nos &#250;ltimos dois mil anos. O documento, que est&#225; na sua sexta edi&#231;&#227;o, lan&#231;ado na Su&#237;&#231;a, no dia 9 de agosto, aponta para a urg&#234;ncia de reduzir a emiss&#227;o de Gases de Efeito Estufa (GEE), que &#233; um dos pilares de atua&#231;&#227;o do PRS Caatinga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O texto do relat&#243;rio mostra que o planeta aqueceu 1,09&#186;C e desse total 1,07&#186;C representa os efeitos causados pelo homem. Nesse cen&#225;rio, as regi&#245;es semi&#225;ridas podem ter suas condi&#231;&#245;es agravadas. Os efeitos da altera&#231;&#227;o do clima s&#227;o uma realidade com danos acelerados e que colocam em risco a vida no planeta. Combinados os efeitos naturais e os impactos causados pela a&#231;&#227;o humana indiscriminada algumas mudan&#231;as no clima s&#227;o irrevers&#237;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As evid&#234;ncias cient&#237;ficas relatadas no documento apontam que a atividade humana feita sem planejamento ou conformidade far&#225;, certamente, com que eventos clim&#225;ticos extremos como ondas de calor, chuvas e at&#233; intensas secas sejam vividos mais incisivamente, aumentando tamb&#233;m o risco de crises h&#237;dricas, inc&#234;ndios, desastres naturais e pandemias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns efeitos que j&#225; est&#227;o sendo sentidos no pa&#237;s s&#227;o, por exemplo, a seca no Brasil Central e o impacto na produtividade agr&#237;cola, al&#233;m do risco de racionamento el&#233;trico por conta da falta de chuvas. Na economia, h&#225; um aumento significativo no pre&#231;o dos alimentos e crescente inseguran&#231;a alimentar, especialmente das popula&#231;&#245;es mais pobres que j&#225; est&#227;o fragilizadas pelos impactos econ&#244;micos da pandemia de Covid-19 e o aumento do desemprego. H&#225; reflexos importantes na seguran&#231;a h&#237;drica com o esvaziamento de reservat&#243;rios e seguran&#231;a energ&#233;tica com risco de racionamento.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Principais pontos do relat&#243;rio&lt;/h3&gt;&lt;ul class=&#034;spip&#034; role=&#034;list&#034;&gt;&lt;li&gt; A influ&#234;ncia da a&#231;&#227;o humana nas mudan&#231;as clim&#225;ticas que ocasionam o aumento de temperatura &#233; inquestion&#225;vel.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; As ondas de calor triplicaram em rela&#231;&#227;o ao per&#237;odo de 1850-1900.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; O n&#237;vel do mar praticamente triplicou se comparado com o per&#237;odo de 1901-1970. Nos &#250;ltimos 100 anos, o mar subiu 20 cm. As proje&#231;&#245;es do IPCC at&#233; o final do s&#233;culo apontam que o mar pode subir at&#233; 1 m.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; O aumento da temperatura nesse s&#233;culo ser&#225; de 1,5&#176;C a 2&#176;C se n&#227;o houver forte redu&#231;&#227;o de emiss&#227;o de gases de efeito estufa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Impactos no semi&#225;rido&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O semi&#225;rido brasileiro &#233; a &#225;rea seca mais povoada no mundo e enfrenta historicamente eventos clim&#225;ticos extremos. Globalmente, a tend&#234;ncia &#233; que a temperatura m&#233;dia aumente em 1,5&#176;C at&#233; 2030, se nada for feito, e as ondas de calor s&#227;o um futuro certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Nordeste, as proje&#231;&#245;es do IPCC indicam uma queda de cerca de 30% na chuva e um aumento de temperatura de 3&#176;C a 4&#176;C , agravando o processo de desertifica&#231;&#227;o. Em &#225;reas como a Caatinga, a temperatura m&#233;dia pode ultrapassar os 40&#176;C, o que representa um grave risco para as atividades agr&#237;colas. Nesse sentido, as mudan&#231;as clim&#225;ticas produzem impactos sociais e econ&#244;micos ao abalar a capacidade da regi&#227;o de produzir alimentos e, consequentemente, o esvaziamento das &#225;reas rurais por conta das terras se tornarem improdutivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro dano &#233; o aumento do processo de desertifica&#231;&#227;o. O relat&#243;rio anterior do IPCC, com data de 2019, indicou que se somadas as &#225;reas desertificadas da Caatinga equivalem ao tamanho da Inglaterra. Com o aumento da temperatura, este fen&#244;meno tende a se agravar na regi&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8211; O relat&#243;rio acende um alerta para situa&#231;&#245;es j&#225; irrevers&#237;veis e n&#243;s, enquanto projeto voltado para a produ&#231;&#227;o sustent&#225;vel, tomamos as evid&#234;ncias cient&#237;ficas como um norte. Podemos sublinhar o pioneirismo da Caatinga na cria&#231;&#227;o de solu&#231;&#245;es para lidar com altas temperaturas, um fen&#244;meno cada vez mais frequente em diferentes regi&#245;es do planeta. S&#227;o saberes locais desenvolvidos para a conviv&#234;ncia com o semi&#225;rido, com um valor inestim&#225;vel porque as mudan&#231;as do clima s&#227;o um tema global. Em paralelo, o nosso projeto trabalha para a redu&#231;&#227;o de emiss&#245;es de gases de efeito estufa, levando para os agricultores rurais tecnologias agr&#237;colas de baixo carbono -, disse o diretor do PRS Caatinga, Pedro Leit&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Mitiga&#231;&#227;o e Adapta&#231;&#227;o&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, duas palavras de ordem s&#227;o mitiga&#231;&#227;o, da emiss&#227;o de gases de efeito estufa, e adapta&#231;&#227;o, &#224;s mudan&#231;as clim&#225;ticas. De acordo com o IPCC (2007), mitiga&#231;&#227;o significa &#8220;implementar pol&#237;ticas para reduzir as emiss&#245;es de gases de efeito estufa (GEE) e aumentar os sumidouros&#8221;. J&#225; a adapta&#231;&#227;o s&#227;o &#8220;as iniciativas e medidas para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos contra os efeitos reais ou esperados das mudan&#231;as clim&#225;ticas&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Limitar as emiss&#245;es de GEE pode retardar alguns processos de degrada&#231;&#227;o que impactam diretamente na quest&#227;o das mudan&#231;as clim&#225;ticas. &#8220;&#201; o que a Ci&#234;ncia tem a dizer para toda a sociedade e aos governos. O documento deixa claro que para limitar o aquecimento global s&#227;o necess&#225;rias redu&#231;&#245;es fortes, r&#225;pidas e sustentadas de CO2, metano e outros gases de efeito estufa&#8221;, comenta Pedro Leit&#227;o, Diretor do PRS Caatinga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Na Caatinga, a ado&#231;&#227;o de tecnologias agr&#237;colas de baixo carbono pode contribuir para, por exemplo, reduzir as emiss&#245;es de g&#225;s carb&#244;nico, oriundo do desmatamento, e o metano, produzido pela digest&#227;o ent&#233;rica dos animais. Por outro lado, as estrat&#233;gias de adapta&#231;&#227;o, j&#225; consolidadas nos territ&#243;rios da Caatinga, se tornam cada vez mais importantes no cen&#225;rio global&#8221;, acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Refer&#234;ncias&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;IPCC, 2021: Climate Change 2021: The Physical Science Basis. Contribution of Working Group I to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Masson-Delmotte, V., P. Zhai, A. Pirani, S. L. Connors, C. P&#233;an, S. Berger, N. Caud, Y. Chen, L. Goldfarb, M. I. Gomis, M. Huang, K. Leitzell, E. Lonnoy, J. B.R. Matthews, T. K. Maycock, T. Waterfield, O. Yelek&#231;i, R. Yu and B. Zhou (eds.)]. Cambridge University Press. In Press. Dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://www.ipcc.ch/report/ar6/wg1/downloads/report/IPCC_AR6_WGI_Full_Report.pdf&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://www.ipcc.ch/report/ar6/wg1/...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;IPCC, 2007: Climate Change 2007: Synthesis Report. Contribution of Working Groups I, II and III to the Fourth Assess-ment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change [Core Writing Team, Pachauri, R.K and Reisinger, A.(eds.)]. IPCC, Geneva, Switzerland, 104 pp. Dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://www.ipcc.ch/site/assets/uploads/2018/02/ar4_syr_full_report.pdf&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://www.ipcc.ch/site/assets/upl...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Conhecimento para seguran&#231;a alimentar e soberania</title>
		<link>https://prscaatinga.org.br/conhecimento-para-seguranca-alimentar-e-soberania</link>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Patrisia Ciancio</dc:creator>


		<dc:subject>Agricultura de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Programa de Capacita&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>TecABC</dc:subject>
		<dc:subject>Semi&#225;rido</dc:subject>
		<dc:subject>UNIVASF</dc:subject>
		<dc:subject>Agricultura Familiar</dc:subject>
		<dc:subject>Dia do Agricultor e da Agricultora</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Conhe&#231;a Maria Silvanete Lermen, agricultora e aluna do Programa de Capacita&#231;&#227;o em Tecnologias de Baixo Carbono&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-dia-do-agricultor-e-da-agricultora-+" rel="tag"&gt;Dia do Agricultor e da Agricultora&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_chamada_silvanete_lermen-dd8b3.jpg?1763049597' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Aos seis anos ela se escondia debaixo da mesa para espiar as reuni&#245;es dos movimentos sociais em defesa dos trabalhadores rurais e aos oito anos fez o seu primeiro rem&#233;dio &#224; base de ervas. Maria Silvanete Benedito de Souza Lernem, que hoje vive na Serra dos Paus D&#243;ia, no Sul de Pernambuco, &#233; agricultora, benzedeira, raizeira, educadora popular, orientadora em sa&#250;de comunit&#225;ria e pesquisadora de saberes e viv&#234;ncias dos povos. No Dia do Agricultor, comemorado em 28 de julho, o PRS Caatinga conta essa hist&#243;ria de luta e amor pela terra no semi&#225;rido.&lt;/p&gt;
&lt;div class='spip_document_48 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_right spip_document_right spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;18&#034; data-legende-lenx=&#034;&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L500xH281/silvanete_plantacao-82668.jpg?1763049597' width='500' height='281' alt='' /&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Foto: Jo&#227;o Vital
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Como representatividade da for&#231;a feminina no campo, hoje com 46 anos, Silvanete participa ativamente do F&#243;rum de Mulheres do Araripe, da Rede Sa&#250;de da Mulher Campo-Cidade, faz parte tamb&#233;m da Rede de Apoio a Mulheres Agroflorestoras (Rama), com atua&#231;&#227;o em todo o pa&#237;s. M&#227;e de quatro filhos (Jefferson, 22 anos; Pedro, 17; Fernanda, 13 e D&#233;bora, 7) e esposa de Vilmar, ela ensina aos seus que em casa todos devem colaborar, segundo suas idades e habilidades. E passa para a nova gera&#231;&#227;o os valores de ser um agricultor, de pertencer ao campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atuante na &lt;a href=&#034;https://www.instagram.com/agrodoiapausdoias/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Agrod&#243;ia&lt;/a&gt; &#8211; Associa&#231;&#227;o dos(as) Agricultores (as) Familiares da Serra dos Paus D&#243;ias, Silvanete explica que no meio rural existe um estere&#243;tipo a ser vencido, &#8220;de que o campo &#233; um ambiente de pessoas atrasadas&#8221;. Por isso na Agrod&#243;ia ela trabalha tamb&#233;m a autoestima das crian&#231;as, com esse olhar de orgulho ao pertencimento, a quest&#227;o das origens e da ancestralidade. &#8220;Tem meninos que me chamam de m&#227;e, eles dizem que aqui &#233; um verdadeiro laborat&#243;rio de viv&#234;ncias&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) ao grupo de jovens sindical, desde muito nova Silvanete discute a realidade de vida do agricultor; e gosta disso. &#8220;Para n&#243;s, enquanto agricultores, a maior import&#226;ncia &#233; saber que conseguimos produzir o nosso pr&#243;prio alimento&#8221;. Saber como plantou, preparou, manuseou e colheu, ao mesmo tempo, socializar com quem chega. O sentido disso para Silvanete &#233; seguran&#231;a alimentar e soberania.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Falas da vida e realidade, nas palavras de Silvanete&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Foto: Jo&#227;o Vital&lt;/p&gt;
&lt;div class='spip_document_49 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_left spip_document_left spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;18&#034; data-legende-lenx=&#034;&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L281xH500/silvanete_mesa-7e7d4.jpg?1763049597' width='281' height='500' alt='' /&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Foto: Jo&#227;o Vital
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&#8211; Ainda &#233; constru&#237;do na mente dos nossos filhos o campo como um ambiente em que n&#227;o h&#225; desenvolvimento. Ainda &#233; passado fortemente que o conhecimento est&#225; nas grandes cidades. E isso chega a um ponto que tudo o que voc&#234; vende n&#227;o tem valor. Tudo aumenta, mas o seu pre&#231;o &#233; estagnado. &#201; como se voc&#234; fosse condenado, castigado a ter aquele valor. Isso n&#227;o passa autoestima para quem quer continuar no campo. Percebo muito a dificuldade da comercializa&#231;&#227;o dos produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Temos uma grande biodiversidade enquanto Caatinga, uma riqueza enorme que n&#227;o se abriu para ser estudada de fato, que est&#225; se acabando sem nem ter sido pesquisada. O nosso potencial enquanto alimentos, que &#233; farto, &#233; muito grande, al&#233;m da gera&#231;&#227;o de trabalho e renda&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Silvanete &#233; uma dos 600 alunos do &lt;strong&gt;Programa de Capacita&#231;&#227;o em Tecnologias Agr&#237;colas de Baixo Carbono&lt;/strong&gt;, que o PRS Caatinga oferece em conjunto com a Universidade Federal do Vale do S&#227;o Francisco (&lt;a href=&#034;https://portais.univasf.edu.br/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;UNIVASF&lt;/a&gt;). Ela conta como est&#225; sendo essa experi&#234;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8211; Conheci o PRS Caatinga em debates e encontros enquanto Agrid&#243;ia. Vemos o projeto como uma constru&#231;&#227;o em conjunto do saber, pois ora voc&#234; &#233; aluno, ora voc&#234; est&#225; partilhando sua viv&#234;ncia. As aulas, para mim, foram uma viagem no tempo, como se eu mergulhasse em um t&#250;nel, de diversidade de assuntos, tem&#225;ticas que s&#227;o necess&#225;rias de serem discutidas. Veio na hora certa. Quando fui selecionada eu senti uma emo&#231;&#227;o muito grande de entrar nessa turma. Eu estava h&#225; muito tempo sem estudar. Vemos com a pandemia as possibilidades que se abriram da constru&#231;&#227;o do conhecimento e pol&#237;ticas p&#250;blicas atrav&#233;s das redes sociais: do an&#250;ncio, da den&#250;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E complementa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8211; Para mim foi &#243;timo ocupar esse espa&#231;o enquanto agricultora, enquanto mulher, enquanto negra. Foi romper determinadas barreiras. O processo de educa&#231;&#227;o universit&#225;ria ainda &#233; muito excludente e ele tem que dar voz aos povos. A pandemia fez isso, criou estruturas e sa&#237;das para dizer que podemos, podemos sim. Outra coisa magn&#237;fica desse curso &#233; trazer as experi&#234;ncias dos agricultores para dentro da roda, do debate. Tinha momento que aluno era aluno e tinha momento que aluno tamb&#233;m era educador. Por vezes todos estavam nos mesmos patamares. O curso do PRS Caatinga vem trazer esse portal de conhecimento que &#233; poss&#237;vel, e que n&#243;s enquanto povos queremos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>PRS Caatinga forma 600 profissionais para levar tecnologia de baixo carbono ao semi&#225;rido brasileiro</title>
		<link>https://prscaatinga.org.br/prs-caatinga-forma-600-profissionais-para-levar-tecnologia-de-baixo-carbono-ao-semiarido</link>
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		<dc:date>2021-07-25T23:46:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Patrisia Ciancio</dc:creator>


		<dc:subject>PRS Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologias ABC</dc:subject>
		<dc:subject>Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Programa de Capacita&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>TecABC</dc:subject>
		<dc:subject>Semi&#225;rido</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologias de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>UNIVASF</dc:subject>
		<dc:subject>Tecs ABC</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Legado: parceria com a Univasf torna a iniciativa um curso permanente, formando m&#227;o de obra qualificada&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_dia_agricultura_familiar-cd9ef.png?1763049597' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A agricultura familiar est&#225; no cerne da Caatinga e para entender a sua dimens&#227;o econ&#244;mica &#233; preciso enxerg&#225;-la essencialmente como uma atividade de subsist&#234;ncia, colocando na mesa de 26 milh&#245;es de pessoas que habitam o territ&#243;rio o sustento di&#225;rio de in&#250;meras fam&#237;lias do Nordeste. Pensando nas necessidades desse um ter&#231;o da popula&#231;&#227;o brasileira, o PRS Caatinga completa no primeiro semestre de 2021 o ciclo te&#243;rico do Programa de Capacita&#231;&#227;o em tecnologias agr&#237;colas de baixo carbono. A iniciativa est&#225; qualificando 600 profissionais vinculados &#224; produ&#231;&#227;o rural, especialmente profissionais de assist&#234;ncia t&#233;cnica que atuam junto aos produtores rurais no aperfei&#231;oamento dos seus sistemas produtivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A forma&#231;&#227;o &#233; feita pelo PRS Caatinga em parceria com a Universidade Federal do Vale do S&#227;o Francisco (&lt;a href=&#034;https://portais.univasf.edu.br/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Univasf&lt;/a&gt;) e deve se tornar um curso permanente da institui&#231;&#227;o na modalidade de mestrado. A pr&#243;xima etapa &#233; a ida desses profissionais para campo, vivenciando o m&#243;dulo pr&#225;tico, que foi adiado por conta da pandemia. S&#227;o profissionais com diversos n&#237;veis de escolaridade, da forma&#231;&#227;o t&#233;cnica ao doutorado, e que munidos de conhecimentos sobre as tecnologias de baixa emiss&#227;o de carbono em suas atividades, qualificam o mercado de trabalho local, disseminando para os agricultores as pr&#225;ticas de sustentabilidade. No Dia da Agricultura Familiar, comemorado em 25 de julho, o PRS Caatinga celebra o desenvolvimento do capital social da regi&#227;o e a sua inser&#231;&#227;o na agenda clim&#225;tica global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8211; A rela&#231;&#227;o entre a agricultura e a agenda clim&#225;tica se d&#225; por meio da quest&#227;o do uso do solo. Entendendo a agricultura como uma atividade humana no cultivo de plantas e na cria&#231;&#227;o de animais, o crescimento da pecu&#225;ria e o uso de lenha para fornecimento de energia em atividades industriais geram uma significativa perda de cobertura vegetal. A convers&#227;o de &#225;reas degradadas em &#225;reas verdes &#233; uma importante contribui&#231;&#227;o clim&#225;tica e o nosso projeto est&#225; empenhado nessa miss&#227;o -, disse o diretor do PRS Caatinga, Pedro Leit&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na vis&#227;o do coordenador regional do PRS Caatinga, Francisco Campello, &#8220;o sistema agroecol&#243;gico do semi&#225;rido n&#227;o &#233; modismo ecol&#243;gico, &#233; necessidade de sobreviv&#234;ncia&#8221;. Segundo o especialista, as pol&#237;ticas p&#250;blicas existentes carregam um olhar urbano, havendo a necessidade de analisar as necessidades reais do segmento pela &#243;tica do agricultor. &#8220;Nessa esfera, a Dona Maria e o Seu Jos&#233; s&#227;o os nossos protagonistas&#8221;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8211; Na Caatinga n&#243;s temos o que o mundo quer, que &#233; a pecu&#225;ria verde. Ou seja, o mundo quer o que n&#243;s fazemos. Existe inclusive a quest&#227;o da alimenta&#231;&#227;o mais saud&#225;vel do gado, que reduz a emiss&#227;o de gases. Precisamos investir cada vez mais no manejo florestal, que &#233; justamente o oposto do desmatamento, sendo o uso ambientalmente adequado dos recursos da floresta, no caso, do bioma Caatinga -, enfatizou Campello.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Imagem: &lt;a href=&#034;http://www.instagram.com/joao_vital_photographer_&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Jo&#227;o Vital&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>&#034;Tecnologias de Baixa Emiss&#227;o de Carbono: Fortalecendo a Conviv&#234;ncia com o Semi&#225;rido&#8221; &#233; novo curso ofertado pela Univasf</title>
		<link>https://prscaatinga.org.br/tecnologias-de-baixa-emissao-de-carbono-fortalecendo-a-convivencia-com-o-semiarido-e-novo</link>
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		<dc:date>2021-03-15T00:56:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>prscaatinga</dc:creator>


		<dc:subject>Agricultura de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologias ABC</dc:subject>
		<dc:subject>Programa de Capacita&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>ABC</dc:subject>
		<dc:subject>Capacita&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>Curso de Especializa&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>Semi&#225;rido</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologias de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>UNIVASF</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Portal da universidade destaca in&#237;cio do novo curso de especializa&#231;&#227;o lato sensu no p&#341;oximo dia 18&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-capacitacao-40-+" rel="tag"&gt;Capacita&#231;&#227;o&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-curso-de-especializacao-+" rel="tag"&gt;Curso de Especializa&#231;&#227;o&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-semiarido-+" rel="tag"&gt;Semi&#225;rido&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-tecnologias-de-baixo-carbono-+" rel="tag"&gt;Tecnologias de Baixo Carbono&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-univasf-+" rel="tag"&gt;UNIVASF&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/programa_noticia-94b24.jpg?1762991486' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Por: Renata Freitas, Asessoria de Comunica&#231;&#227;o, Univasf, em 12/03/2021 (&lt;a href=&#034;https://portais.univasf.edu.br/noticias/201ctecnologias-de-baixa-emissao-de-carbono-fortalecendo-a-convivencia-com-o-semiarido201d-e-novo-curso-ofertado-pela-univasf&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;mat&#233;ria original&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal do Vale do S&#227;o Francisco (Univasf) dar&#225; in&#237;cio, a partir do pr&#243;ximo dia 18 de mar&#231;o, &#224;s atividades letivas do curso de &#8220;Tecnologias de Baixa Emiss&#227;o de Carbono Fortalecendo a Conviv&#234;ncia com o Semi&#225;rido&#8221;, que reunir&#225; 150 extensionistas rurais de cinco estados do Nordeste. A a&#231;&#227;o acontece por meio de uma parceria entre a Univasf e a Funda&#231;&#227;o Brasileira para o Desenvolvimento Sustent&#225;vel (FBDS), no &#226;mbito do Projeto Rural Sustent&#225;vel (PRS) Caatinga. O curso ser&#225; executado com apoio dos Programas de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial (PPGADT) e em Extens&#227;o Rural (PPGExR), sob a coordena&#231;&#227;o da Pr&#243;-Reitoria de Extens&#227;o (Proex) da Univasf.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cria&#231;&#227;o do novo curso foi aprovada na reuni&#227;o ordin&#225;ria do Conselho Universit&#225;rio (Conuni), realizada no dia 26 de fevereiro, conforme &lt;a href=&#034;https://portais.univasf.edu.br/noticias/201ctecnologias-de-baixa-emissao-de-carbono-fortalecendo-a-convivencia-com-o-semiarido201d-e-novo-curso-ofertado-pela-univasf/decisao_21_2021_conuni_aprova_a_criao_do_curso_de_especializao_lato_sensu_te.pdf&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Decis&#227;o N&#186; 21/2021&lt;/a&gt;. Na pr&#243;xima quinta-feira (18), &#224;s 19h, ser&#225; realizada a Aula Inaugural e, na segunda-feira (22), ter&#227;o in&#237;cio as aulas te&#243;ricas, que ocorrer&#227;o de forma remota, em sistema modular. O curso tem carga hor&#225;ria total de 450 horas, das quais 390 horas s&#227;o de aulas te&#243;ricas e pr&#225;ticas e outras 60 dedicadas &#224; elabora&#231;&#227;o da monografia. Os docentes integram o quadro do PPGADT e do PPGExR.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso de &#8220;Tecnologias de Baixa Emiss&#227;o de Carbono Fortalecendo a Conviv&#234;ncia com o Semi&#225;rido&#8221; visa especializar profissionais que atuam como extensionistas nas comunidades rurais em tecnologias e pr&#225;ticas destinadas &#224; Agricultura de Baixo Carbono. Os discentes ser&#227;o familiarizados sobre novos modelos alternativos voltados &#224; preserva&#231;&#227;o ambiental, o planejamento participativo e a constru&#231;&#227;o de um projeto de sociedade que valorize as popula&#231;&#245;es do campo e as suas tradi&#231;&#245;es, complementadas com os saberes gerados na academia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sele&#231;&#227;o dos discentes da primeira turma ocorreu a partir dos resultados dos estudos realizados pelo PRS Caatinga sobre a oferta de servi&#231;os e de forma&#231;&#227;o em Assist&#234;ncia T&#233;cnica e Extens&#227;o Rural (ATER) e orienta&#231;&#245;es dos membros do Comit&#234; T&#233;cnico Territorial (CTT) do Projeto. Foram selecionadas 150 entidades de presta&#231;&#227;o de servi&#231;os de ATER, que, ap&#243;s receber uma carta-convite, indicaram at&#233; cinco profissionais para participar do Programa de Capacita&#231;&#227;o. Os curr&#237;culos foram analisados a partir de crit&#233;rios como experi&#234;ncia em pr&#225;ticas sustent&#225;veis, tecnologias sociais, agricultura familiar e organiza&#231;&#245;es associativas, al&#233;m da sua inser&#231;&#227;o nas cinco microrregi&#245;es priorit&#225;rias. Os extensionistas selecionados atuam em 37 munic&#237;pios nos estados de Pernambuco, Bahia, Piau&#237;, Alagoas e Sergipe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Poderemos contribuir com a forma&#231;&#227;o de extensionistas de cinco estados do Nordeste, na regi&#227;o semi&#225;rida, na perspectiva de que possam melhorar as pr&#225;ticas de uso da terra e do manejo florestal do bioma caatinga, a fim de promover o desenvolvimento rural sustent&#225;vel, reduzir a pobreza, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida da popula&#231;&#227;o e do planeta&#8221;, destaca a pr&#243;-reitora da Extens&#227;o da Univasf, professora Lucia Marisy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela informa que o curso ter&#225; outras duas turmas, contribuindo para a forma&#231;&#227;o de 375 profissionais, no total. Lucia Marisy ressalta que o curso deixar&#225; um legado para a preserva&#231;&#227;o do bioma caatinga e de toda a Regi&#227;o Nordeste. &#8220;Cada um desses extensionistas ser&#225; replicador das Tecnologias ABC &#8211; Agricultura de Baixo Carbono e junto com essa socializa&#231;&#227;o estar&#227;o nossos docentes, t&#233;cnicos e a nossa institui&#231;&#227;o como executora dessa importante a&#231;&#227;o&#8221;, pontua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PRS Caatinga&lt;/strong&gt; &#8211; O Projeto Rural Sustent&#225;vel Caatinga &#233; uma iniciativa realizada com recursos do Financiamento Internacional para o Clima-ICF do Governo do Reino Unido em coopera&#231;&#227;o com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Minist&#233;rio da Agricultura e Pecu&#225;ria (MAPA) como benefici&#225;rio institucional. A execu&#231;&#227;o do PRS Caatinga &#233; realizada pela Funda&#231;&#227;o Brasileira para o Desenvolvimento Sustent&#225;vel (FBDS).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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