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	<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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	<description>Conhe&#231;a o Projeto que promove a ado&#231;&#227;o de Tecnologias de Agricultura de Baixa Emiss&#227;o de Carbono para o Manejo Sustent&#225;vel da Caatinga.</description>
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		<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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		<title>Por dentro das #TecABCnaCaatinga: Manejo de Dejeto de Animais (MDA)</title>
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		<dc:date>2021-12-09T21:20:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Anne Clinio, Patrisia Ciancio</dc:creator>


		<dc:subject>TecABC</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologias de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>TecABC na Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>MDA</dc:subject>
		<dc:subject>Tecnologia Agr&#237;cola de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>Biodigestor</dc:subject>
		<dc:subject>Manejo de Dejeto de Animais</dc:subject>
		<dc:subject>Manejo de Dejetos</dc:subject>
		<dc:subject>Seguran&#231;a Energ&#233;tica</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O MDA &#233; uma tecnologia de baixo carbono acess&#237;vel, mas que depende de capacita&#231;&#227;o e cr&#233;dito&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/-noticias-" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-tecabc-+" rel="tag"&gt;TecABC&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-tecnologias-de-baixo-carbono-+" rel="tag"&gt;Tecnologias de Baixo Carbono&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-tecabc-na-caatinga-+" rel="tag"&gt;TecABC na Caatinga&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-mda-+" rel="tag"&gt;MDA&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-seguranca-energetica-+" rel="tag"&gt;Seguran&#231;a Energ&#233;tica&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_chamada_vanina-58860.jpg?1762955041' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O Manejo de Dejetos de Animais (MDA) &#233; uma tecnologia social e tamb&#233;m de baixa emiss&#227;o de carbono que se destaca pela redu&#231;&#227;o significativa de emiss&#227;o de Gases de Efeito de Estufa (GEE) e viabiliza maior seguran&#231;a energ&#233;tica para as fam&#237;lias. Al&#233;m disso, pode ser facilmente implementada se o agricultor for capacitado para colocar o sistema em pr&#225;tica. Um alcance ainda limitado, j&#225; que a baixa ades&#227;o ocorre, em grande parte, por falta de acesso ao cr&#233;dito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Como j&#225; existem diversas iniciativas para uso do MDA como tecnologia social, se for difundida em larga escala entre os pequenos produtores, pode haver uma redu&#231;&#227;o significativa na emiss&#227;o de gases de efeito estufa pelos dejetos&#8221;, disse a consultora do PRS Caatinga Vanina Antunes, que nesta entrevista para a s&#233;rie especial #TecABC na Caatinga fala sobre as vantagens e viabilidades da t&#233;cnica.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: Poderia tra&#231;ar um panorama geral do Manejo de Dejetos de Animais e da Pecu&#225;ria Verde na Caatinga?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; De forma geral, a vegeta&#231;&#227;o da Caatinga &#233; usada para a alimenta&#231;&#227;o dos rebanhos, tanto para pastar como por meio da produ&#231;&#227;o de feno e de silagem. Mas para isso acontecer &#233; importante que se fa&#231;a um manejo adequado da vegeta&#231;&#227;o para que ela forne&#231;a alimento para os animais durante o ano todo. Existem t&#233;cnicas espec&#237;ficas de poda e com o material podado &#233; feito o feno ou silagem. Al&#233;m disso, &#233; necess&#225;rio controlar o acesso do rebanho &#224; Caatinga, isolando algumas &#225;reas para que a vegeta&#231;&#227;o se regenere. Quando os rebanhos estiverem no curral, ou para rebanhos que s&#227;o criados de forma intensiva, &#233; poss&#237;vel fazer o manejo de seus dejetos tanto para compostagem quanto para abastecer biodigestores, que v&#227;o produzir adubo e biog&#225;s, respectivamente. O MDA d&#225; o destino correto aos rejeitos e ainda possibilita retorno financeiro ao produtor.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#034;texteencadre-spip spip&#034;&gt;&lt;strong&gt;O QUE &#201; UM BIODIGESTOR?&lt;/strong&gt;&lt;div class='spip_document_114 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_center spip_document_center spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;18&#034; data-legende-lenx=&#034;&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L500xH342/biodigestor_4-1ac85.jpg?1763312306' width='500' height='342' alt='' /&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Foto: Jo&#227;o Vital
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&#8220;O Biodigestor &#233; uma tecnologia social que produz biog&#225;s a partir de esterco animal, o qual &#233; utilizado em fog&#245;es para a prepara&#231;&#227;o da alimenta&#231;&#227;o familiar. Tem grande relev&#226;ncia devido a sua simplicidade de manuten&#231;&#227;o e manejo, baixo custo econ&#244;mico de instala&#231;&#227;o, substitui&#231;&#227;o do g&#225;s butano pelo biog&#225;s, redu&#231;&#227;o de emiss&#227;o de g&#225;s metano e g&#225;s carb&#244;nico na atmosfera e produ&#231;&#227;o de adubo org&#226;nico e biofertilizante. O biodigestor &#233; uma estrat&#233;gia eficiente de redu&#231;&#227;o do desmatamento e consequentemente da desertifica&#231;&#227;o, al&#233;m de se caracterizar como uma a&#231;&#227;o mitigadora dos efeitos das mudan&#231;as clim&#225;ticas. Ele gera autossufici&#234;ncia energ&#233;tica das fam&#237;lias para a prepara&#231;&#227;o de sua alimenta&#231;&#227;o.&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Fonte: Funda&#231;&#227;o Banco do Brasil, Transforma! Rede de Tecnologias Sociais. Dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://transforma.fbb.org.br/tecnologia-social/biodigestor-sertanejo&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://transforma.fbb.org.br/tecno...&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br class='autobr' /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: Quais s&#227;o as contribui&#231;&#245;es do manejo de dejetos para o meio ambiente e os desafios a serem vencidos para sua implanta&#231;&#227;o?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; A maior contribui&#231;&#227;o ambiental da chamada Pecu&#225;ria Verde &#233; a preserva&#231;&#227;o da Caatinga, tanto de sua vegeta&#231;&#227;o como tamb&#233;m da fauna, estrutura do solo e servi&#231;os ecossist&#234;micos. Na Caatinga, h&#225; uma tradi&#231;&#227;o de criar o rebanho de modo extensivo (se alimentando da vegeta&#231;&#227;o nativa) e muitos sertanejos sabem da import&#226;ncia em se manter a Caatinga em p&#233;. Ainda assim, h&#225; quem desmate a vegeta&#231;&#227;o e fa&#231;a queimada pois ainda h&#225; a cren&#231;a de que &#233; melhor &#8220;limpar a &#225;rea&#8221; e plantar pasto. Acredito que a mudan&#231;a desta conduta seja um desafio que, com capacita&#231;&#227;o e troca de experi&#234;ncias, ser&#225; vencido. Outro desafio &#233; aprimorar o planejamento do estoque de feno ou silagem para minimizar a complementa&#231;&#227;o alimentar com milho nos per&#237;odos de confinamento do rebanho.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: Qual seria a rela&#231;&#227;o entre a alimenta&#231;&#227;o de ruminantes com o MDA e como elas podem trabalhar juntas para diminuir as emiss&#245;es de GEE?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; H&#225; uma forte liga&#231;&#227;o entre o manejo da alimenta&#231;&#227;o de ruminantes e o MDA, visto que ambos fazem parte de uma mesma produ&#231;&#227;o, a pecu&#225;ria. O MDA seria o destino final adequado &#224; cria&#231;&#227;o de ruminantes. Mas para que as duas tecnologias estejam interligadas &#233; necess&#225;rio, primeiramente, que o rebanho seja criado de forma intensiva ou semiextensiva, possibilitando a coleta dos dejetos. Com este pr&#233;-requisito garantido, o produtor implementa o tipo de MDA que for mais adequado ao seu uso, reutilizando os dejetos e evitando que estes se decomponham no ambiente, emitindo gases como o &#243;xido nitroso (N2O), que dura cerca de 100 anos na atmosfera.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&#034;texteencadre-spip spip&#034;&gt;&lt;strong&gt;SISTEMA DE BIODIGESTOR&lt;/strong&gt;&lt;div class='spip_document_115 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_center spip_document_center spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;326&#034; data-legende-lenx=&#034;xxxx&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;a href='https://prscaatinga.org.br/IMG/png/biodigestor_3.png' class=&#034;spip_doc_lien mediabox&#034; type=&#034;image/png&#034;&gt; &lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L500xH158/biodigestor_3-7b27f.png?1763312306' width='500' height='158' alt='' /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_descriptif '&gt;TORRES ET AL., 2011.
&lt;/div&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Fonte: TAVARES, Bruna G.; GUIMAR&#195;ES, Giselle P.; ANTUNES, Vanina Z. Tecnologias Agr&#237;colas de Baixa Emiss&#227;o de Carbono no Brasil e no Bioma Caatinga. Relat&#243;rio T&#233;cnico. Projeto Rural Sustent&#225;vel Caatinga (PRS Caatinga). Rio de Janeiro: Funda&#231;&#227;o Brasileira para o Desenvolvimento Sustent&#225;vel (FBDS), 2020.
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: Que tecnologias fazem parte do MDA e para serem consideradas TecABC, h&#225; alguma escala de utiliza&#231;&#227;o dos dejetos nas propriedades?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; Os dois tipos de MDA s&#227;o a compostagem e a biodigest&#227;o. Elas funcionam &#224; base de dejetos de ruminantes e de outros rebanhos, como su&#237;nos, e demandam a utiliza&#231;&#227;o de uma quantidade abundante de &#225;gua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A compostagem consiste em acomodar o dejeto no solo, sobre um pl&#225;stico, e por cima, cobri-lo com folhas e palha das lavouras. &#201; preciso adicionar &#225;gua para que mantenha o ambiente &#250;mido e favorecer a decomposi&#231;&#227;o deste material em composto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na biodigest&#227;o, os dejetos s&#227;o colocados no biodigestor, c&#226;mara fechada na qual sofrem fermenta&#231;&#227;o anaer&#243;bia, produzindo o g&#225;s metano e biofertilizante, que pode ser utilizado na produ&#231;&#227;o agr&#237;cola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para essas tecnologias serem consideradas de baixa emiss&#227;o de carbono, elas t&#234;m que ser produzidas em uma escala que abaste&#231;a toda a produ&#231;&#227;o da propriedade, reduzindo efetivamente a emiss&#227;o de GEE. Elas devem ser utilizadas, por exemplo, para aquecimento da cria&#231;&#227;o animal, eletricidade, durante a coc&#231;&#227;o de alimentos para consumo pr&#243;prio, entre outros fins.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: Sabe-se que para utiliza&#231;&#227;o de biodigestores s&#227;o necess&#225;rias quantidades consider&#225;veis de &#225;gua, at&#233; que o sistema se estabilize. E mesmo depois, a necessidade de &#225;gua continua presente no processo. O que poderia comentar sobre essa quest&#227;o?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; Realmente, a demanda de &#225;gua por esta tecnologia pode ser um obst&#225;culo em algumas regi&#245;es mais secas do semi&#225;rido. Ela se torna invi&#225;vel se o produtor n&#227;o tiver alguma tecnologia social de acesso &#224; &#225;gua, como uma cisterna, associada ao biodigestor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;https://www.youtube.com/watch?v=i93Cpb56CkI&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://www.youtube.com/watch?v=i93...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Biodigestores s&#227;o equipamentos simples, r&#250;sticos e eficientes, capazes de produzir g&#225;s metano a partir da decomposi&#231;&#227;o anaer&#243;bica da mat&#233;ria org&#226;nica. Nesse v&#237;deo, voc&#234; confere um modelo adaptado &#224;s fam&#237;lias agricultoras familiares e disseminado pelo &lt;a href=&#034;http://www.serta.org.br/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;SERTA &#8211; Servi&#231;o de Tecnologia Alternativa&lt;/a&gt;.&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;PRS Caatinga: O MDA &#233; uma tecnologia acess&#237;vel aos pequenos agricultores?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanina Antunes:&lt;/strong&gt; Os dois tipos de MDA, compostagem e biodigest&#227;o, podem ser adotadas pelo pequeno agricultor, desde que ele tenha acesso &#224; informa&#231;&#227;o, tanto por capacita&#231;&#227;o, projetos ou de forma espont&#226;nea, na troca de saberes entre produtores. Por conta da dificuldade de acesso ao cr&#233;dito para sua implementa&#231;&#227;o, muitos produtores constroem seu pr&#243;prio biodigestor para uso residencial. Nesses casos, basta aumentar o tamanho e a escala para se alcan&#231;ar uma efetiva redu&#231;&#227;o da emiss&#227;o de GEE. Como existem diversas iniciativas no semi&#225;rido para uso destes dois tipos de MDA como tecnologias sociais, se forem difundidos em larga escala entre os pequenos produtores, pode haver uma redu&#231;&#227;o significativa na emiss&#227;o de GEE pelos dejetos.&lt;/p&gt;
&lt;table class=&#034;table spip&#034;&gt;
&lt;thead&gt;&lt;tr class='row_first'&gt;&lt;th id='id485a_c0'&gt;VANTAGENS&lt;/th&gt;&lt;th id='id485a_c1'&gt;DESAFIOS&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr class='row_odd odd'&gt;
&lt;td headers='id485a_c0'&gt;-* Gera autossufici&#234;ncia energ&#233;tica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;ul class=&#034;spip&#034; role=&#034;list&#034;&gt;&lt;li&gt; Diminui a depend&#234;ncia da compra do botij&#227;o de g&#225;s ou carv&#227;o, promovendo economia para fam&#237;lia que pode alocar recursos em outras demandas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Contribui para a preserva&#231;&#227;o ambiental, reduzindo a extra&#231;&#227;o de lenha para preparo de alimentos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Evita emiss&#227;o de GEE presentes no esterco, que passam a ser acondicionados no biodigestor e queimados no fog&#227;o.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Melhoria da sa&#250;de das pessoas, especialmente de mulheres que assumem a responsabilidade de cozinhar e anteriormente eram expostas a fuma&#231;a da queima da lenha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Melhoria da sa&#250;de dos animais com retirada do esterco dos currais e redu&#231;&#227;o de moscas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; O plantio e a produ&#231;&#227;o de alimentos fortalecida com o uso do biofertilizante.
&lt;/td&gt;
&lt;td headers='id485a_c1'&gt;-* Demanda de &#225;gua abundante.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Dificuldade de acesso ao cr&#233;dito para sua implementa&#231;&#227;o.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Sobre a entrevistada:&lt;/h3&gt;&lt;div class='spip_document_116 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_left spip_document_left'&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L157xH152/vanina-5ddd4.png?1762966545' width='157' height='152' alt='' /&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Formada em Ci&#234;ncias Biol&#243;gicas pela UNESP, Gerente de Projetos de Especializa&#231;&#227;o em Desenvolvimento Sustent&#225;vel na It&#225;lia; Doutoranda no Programa de Planeamento Energ&#233;tico da COPPE-UFRJ com a tem&#225;tica de Tecnologias Agr&#237;colas de Baixo Carbono. Tem mais de 20 anos de experi&#234;ncia em projetos ambientais e com pequenos agricultores. Atuou como gerente de projetos no Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e no Instituto BioAtl&#226;ntica (IBio) e como consultora ambiental para a Embrapa e para empresas que necessitam de avalia&#231;&#227;o de impacto ambiental de seus empreendimentos. Consultora do PRS Caatinga (2020-2021).&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Saiba mais: &lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;DIACONIA. Cartilha 12 passos para construir um biodigestor. Recife: 2017. Dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://issuu.com/diaconiabrasil/docs/12_passos_para_construir_um_biodige&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://issuu.com/diaconiabrasil/docs/12_passos_para_construir_um_biodige&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;DIACONIA. Manual do Biodigestor Sertanejo. Recife: 2011. Dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://issuu.com/diaconia_web/docs/manual_do_biodigestor/3&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://issuu.com/diaconia_web/docs/manual_do_biodigestor/3&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FUNDA&#199;&#195;O BANCO DO BRASIL. Biodigestor Sertanejo. Banco de Tecnologias Sociais (FBB). dispon&#237;vel em &lt;a href=&#034;https://transforma.fbb.org.br/tecnologia-social/biodigestor-sertanejo&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://transforma.fbb.org.br/tecnologia-social/biodigestor-sertanejo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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