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	<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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	<description>Conhe&#231;a o Projeto que promove a ado&#231;&#227;o de Tecnologias de Agricultura de Baixa Emiss&#227;o de Carbono para o Manejo Sustent&#225;vel da Caatinga.</description>
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		<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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		<title>Na imprensa: &#8220;Levar as tecnologias de baixo carbono ao semi&#225;rido &#233; uma esp&#233;cie de ousadia&#8221;, diz Pedro Leit&#227;o</title>
		<link>https://prscaatinga.org.br/na-imprensa-levar-as-tecnologias-de-baixo-carbono-ao-semiarido-e-uma-especie-de-ousadia</link>
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		<dc:date>2021-11-13T17:24:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Patrisia Ciancio</dc:creator>


		<dc:subject>Agricultura de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>UNIVASF</dc:subject>
		<dc:subject>TecABC na Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Imprensa</dc:subject>
		<dc:subject>Pedro Leit&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>TV Caatinga</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Diretor do PRS Caatinga fala da experi&#234;ncia de unir, pela primeira vez, TecABC e agricultura familiar&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/-noticias-" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-agricultura-de-baixo-carbono-+" rel="tag"&gt;Agricultura de Baixo Carbono&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://prscaatinga.org.br/+-univasf-+" rel="tag"&gt;UNIVASF&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_entre_cafe_e_prosa4-0baae.png?1762996091' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O PRS Caatinga segue na dissemina&#231;&#227;o das Tecnologias Agr&#237;colas de Baixo Carbono (TecABC) voltada a pequenos e m&#233;dios produtores, no semi&#225;rido, inserindo tais atores, que s&#227;o a base da agricultura familiar, no debate global sobre as mudan&#231;as clim&#225;ticas. A TecABC enquanto terminologia &#233; recente. Por isso, o diretor do PRS Caatinga, Pedro Leit&#227;o, explica nesta entrevista ao programa &#8220;Entre um caf&#233;, uma prosa&#8221;, da &lt;a href=&#034;https://www.youtube.com/channel/UCCNEfhme3KlBhqB7LFPd7vg&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;TV Caatinga&lt;/a&gt;, a experi&#234;ncia de levar para bioma, pela primeira vez, novos conhecimentos e pr&#225;ticas que promovam a sustentabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;TV Caatinga: Para quem nunca ouviu falar em TecABC, mas tem interesse nos grandes temas ambientais da atualidade, o que &#233; agricultura de baixa emiss&#227;o de carbono?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pedro Leit&#227;o:&lt;/strong&gt; Agricultura de baixo carbono &#233; aquela que tem uma preocupa&#231;&#227;o com o clima. N&#243;s vivemos hoje uma crise clim&#225;tica com excesso de emiss&#245;es de gases de efeito estufa na atmosfera, principalmente de carbono. Esse excesso causa o efeito estufa. Na pr&#225;tica, os raios do sol n&#227;o conseguem rebater e ficam presos na atmosfera, aquecendo o planeta &#8211; o que implica em altera&#231;&#245;es de temperatura, desregula&#231;&#227;o da natureza e de toda estrutura que a gente tem na &#250;ltima era: gelo, oceanos e florestas. O aumento da temperatura impacta nisso tudo. Ent&#227;o, a crise clim&#225;tica requer que esfor&#231;os de toda sorte sejam feitos para evitar a emiss&#227;o de gases e para capturar carbono. Precisamos fixar carbono e nitrog&#234;nio no solo. A agricultura de baixo carbono &#233; uma agricultura que se adequa &#224;s agendas clim&#225;ticas, evita a emiss&#227;o de GEE e promove adapta&#231;&#227;o &#224;s mudan&#231;as que j&#225; existem como decorr&#234;ncia das mudan&#231;as clim&#225;ticas. Os esfor&#231;os globais visam at&#233; mesmo zerar as emiss&#245;es de carbono e adaptar as esp&#233;cies agr&#237;colas &#224;s condi&#231;&#245;es atuais de clima e temperatura do planeta.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;TV Caatinga: De que forma as TecABC podem ser acessadas pelos pequenos e m&#233;dios produtores?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pedro Leit&#227;o:&lt;/strong&gt; A agricultura de baixo carbono surge como uma resposta de origem mais t&#233;cnica do que pr&#225;tica e permite mensurar quanto carbono est&#225; sendo fixado no solo, por exemplo. O que o pequeno agricultor precisa fazer para praticar agricultura de baixo carbono seria n&#227;o apenas absorver tecnologias, como a Integra&#231;&#227;o Lavoura &#8211; Pecu&#225;ria &#8211; Floresta (ILPF), como tamb&#233;m se apropriar dessas tecnicalidades associadas &#224; agenda de clima para receber os seus benef&#237;cios. Hoje em dia, temos benef&#237;cios econ&#244;micos para quem deixa de emitir carbono, para quem pratica prote&#231;&#227;o de floresta. S&#227;o os chamados pagamentos por servi&#231;os ambientais, que est&#227;o previstos na legisla&#231;&#227;o brasileira e no mundo. N&#227;o seria s&#243; uma quest&#227;o de efici&#234;ncia agropecu&#225;ria, mas uma oportunidade de acesso a outros recursos dispon&#237;veis. A agricultura de baixo carbono, na origem, n&#227;o foi pensada para o pequeno agricultor, mas sim para a grande agricultura, como a praticada no Cerrado, na produ&#231;&#227;o de soja, por exemplo. O que n&#243;s estamos fazendo no semi&#225;rido &#233; a primeira tentativa de levar a agricultura de baixa emiss&#227;o de carbono, que &#233; a mais pr&#243;xima da natureza, para o pequeno produtor da agricultura familiar. &#201; um grande desafio mostrar que a Caatinga tem essa contribui&#231;&#227;o para a agenda clim&#225;tica.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;TV Caatinga: O senhor atua na capta&#231;&#227;o de recursos. De que forma as institui&#231;&#245;es da Caatinga podem buscar novos recursos?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pedro Leit&#227;o:&lt;/strong&gt; H&#225; um mercado nacional e internacional de recursos para projetos associados a determinados temas. Os governos podem lan&#231;ar editais eventualmente e &#233; importante ficar atento a essas oportunidades. Outra fonte interessante s&#227;o os recursos de coopera&#231;&#227;o internacional. O PRS Caatinga &#233; um exemplo. O governo do Reino Unido ofereceu recursos para o Brasil porque n&#243;s somos um dos maiores emissores de gases de efeito estufa. Interessa a eles reduzir nossas emiss&#245;es porque o impacto disso &#233; global. No caso do Brasil, um dos maiores fatores de emiss&#227;o &#233; a agricultura. Principalmente a convers&#227;o de uso do solo, a derrubada de florestas e a convers&#227;o de florestas em &#225;reas agropecu&#225;rias. H&#225; v&#225;rios outros programas, esse &#233; apenas um exemplo. A Noruega, a Dinamarca e a Fran&#231;a tamb&#233;m s&#227;o pa&#237;ses que t&#234;m ag&#234;ncias de coopera&#231;&#227;o e programas important&#237;ssimos. &#201; preciso estar atento a essas oportunidades e elaborar os projetos.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;TV Caatinga: O curso de especializa&#231;&#227;o de Tecnologias Agr&#237;colas de Baixo Carbono, do PRS Caatinga em parceria com a Univasf, &#233; o primeiro do Brasil. Qual &#233; a import&#226;ncia dessa iniciativa para a sustentabilidade no semi&#225;rido?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pedro Leit&#227;o:&lt;/strong&gt; Levar as tecnologias agr&#237;colas de baixo carbono ao semi&#225;rido &#233; uma esp&#233;cie de ousadia. O semi&#225;rido n&#227;o &#233; reconhecido por &#225;reas extensas de produ&#231;&#227;o, mas, na verdade, &#233; no semi&#225;rido que se concentra o maior n&#250;mero de unidades produtivas de agricultura familiar no Brasil. Desconhe&#231;o, mesmo em outros biomas, um curso de tecnologias de baixo carbono, como estamos fazendo. Acreditamos que a melhor estrat&#233;gia &#233; formar esses profissionais em extensionismo rural e levar esses conhecimentos ao pequeno agricultor &#8211; e &#233; isso que estamos fazendo. Estamos capacitando 600 profissionais que v&#227;o promover essa transi&#231;&#227;o. Temos a preocupa&#231;&#227;o de trabalhar em redes. Rede &#233; uma palavra-chave para n&#243;s. Queremos criar uma rede de especialistas e institui&#231;&#245;es que assumam essa agenda no semi&#225;rido.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Assista &#224; entrevista na &#237;ntegra:&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;https://www.youtube.com/watch?v=XRNLF4PbZrs&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;https://www.youtube.com/watch?v=XRN...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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